Desculpem a expressão mas!
“Tô feliz pra caralho” com essa noticia,realmente é muito bom essa ideia de ônibus poder atender portadores do virus HIV, que é um caso que deve ter mais atenção da sociedade,vou levar essa ideia a secretaria de saude do meu estado e estou super empolgado com isso!é algo que pode dar certo e tenho grandes expectativas quanto a isso!então vamos ao artigo
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Dom Moacyr José Vitti, arcebispo metropolitano, lança no próximo sábado (10), 18h, o projeto “Se eles Soubessem”, coordenado pela Pastoral da Aids da Arquidiocese de Curitiba. O evento vai ocorrer na paróquia Nossa Senhora da Luz, no CIC.
Tendo como público-alvo jovens, adolescentes, adultos e idosos - além daqueles que se sentem envolvidos pela causa das pessoas que vivem com HIV/AIDS -, o projeto proposto pelo Centro Popular de Formação Padre Josímo Tavares, está sob a coordenação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), junto com Pastoral da Aids. Trata-se de um ônibus que irá percorrer diversas cidades. São 22 dioceses nos estados do Paraná, Santa Catarina e cidades de fronteira da Argentina e Paraguai, perfazendo 110 regiões num período de 11 meses, a partir do lançamento.
Com a adequação de um ônibus a um “Moto Home”, pretende-se realizar capacitações específicas para voluntários que prestam apoio às pessoas que vivem com o vírus. A principal proposta é realizar, após o lançamento, intervenções nos locais por onde percorrer, levando informações sobre HIV/AIDS para cerca de 120 mil pessoas.
Para que a ação se realize foram elencadas etapas do projeto. Além da compra do ônibus e transformação em Moto Home (adequado com equipamentos de projeção de filmes temáticos, entre outros itens), também foi estabelecida parceria com o Ministério da Saúde/Programa Nacional de DST/AIDS para custeio das despesas de adaptação do veículo, bem como subvenção para 11 meses de itinerância do projeto nos estados.
Intervenções - Quando o projeto estiver nas cidades serão realizadas ações no período de um dia: projeção de filmes comentados com temáticas sobre sexualidade, afetividade e família, com debate posterior; intervenções lúdicas na rua – teatro, música e dança com concepção cênica sobre o preconceito; capacitação em controle social e Aids – com voluntários envolvidos com o tema e palestra sobre sexualidade e amor próprio para comunidade escolar – alunos, pais e professores.
A Pastoral DST/AIDS é um serviço de prevenção ao HIV e assistência aos soropositivos que tem como missão evangelizar homens e mulheres. A Igreja assume este serviço e, sem preconceitos, acolhe, acompanha e defende os direitos daqueles e daquelas que foram infectados pela Aids. Faz também trabalho de prevenção, pela conscientização dos valores evangélicos, sendo presença misericordiosa e promovendo a vida como bem maior. Atenta as necessidades das pessoas que vivem com HIV, a Pastoral trabalha na prevenção e contribui com a sociedade na contenção da epidemia, envolvendo todos os cristão na luta contra a Aids.
O Centro Popular de Formação Padre Jósimo Tavares é uma associação civil, de caráter educacional, cultural, assistencial e religioso, com larga experiência em prover meios de sustentabilidade de famílias, geração de emprego e renda, formação para adolescentes, jovens, distanciados da dependência química, bem como lutar pela construção de uma sociedade mais justa. Em decorrência dessas ações, o Centro Popular desenvolve trabalhos em conjunto com a Pastoral Nacional da Aids, que tem por objetivo disseminar informações preventivas sobre a epidemia e lutar pela defesa dos valores evangélicos, bem como um trabalho de acolhida e solidariedade às pessoas que já estão infectadas com HIV/AIDS.
Lançamento do Projeto “Se eles soubessem”
fonte: paranashop
Recentes avanços nos estudos sobre o HIV-1 voltados, principalmente, para a quantificação da carga viral em plasma e células mononucleares do sangue periférico de pacientes nos diferentes estágios da síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS) têm evidenciado que a infecção pelo HIV-1 é um processo dinâmico, em que ocorre um equilíbrio entre a produção e a eliminação de partículas virais. Esse processo é observado, inclusive, na fase de latência clínica, caracterizada por ausência de sintomas, altos níveis de anticorpos circulantes e níveis baixos ou não-detectados de viremia. A associação à elevada taxa de mutação genômica do HIV-1 resulta no desenvolvimento de linhagens virais mutantes, que são mais eficazmente selecionadas sob condições de pressão seletiva exercida pelo sistema imunológico ou pela intervenção farmacológica prolongada.
Essas variantes HIV-1 não são reconhecidas pelos mecanismos imunes efetores (anticorpos neutralizantes e/ou linfócitos T citotóxicos) e podem apresentar mutações nos genes codificantes para as enzimas protease ou transcriptase reversa. Estas resultam em mutações de aminoácidos nas enzimas, selecionando, desta forma, variantes resistentes aos anti-retrovirais.
Mutações no genoma do HIV que conferem resistência aos agentes anti-retrovirais têm sido relatadas para todos os compostos usados no tratamento de pacientes infectados. O início da infecção está associado a uma população homogênea de HIV que é, usualmente, sensível aos anti-retrovirais. No entanto, as altas taxas de mutação podem resultar em 106 variantes genéticas, entre as quais podem estar presentes, em baixos níveis, as resistentes aos anti-retrovirais, antes do início da terapia.
O significado clínico da resistência aos anti-retrovirais não está ainda totalmente elucidado, porém atribui-se a ocorrência ao decréscimo na eficiência da quimioterapia anti-retroviral.
A enzima transcriptase reversa é estudada mais extensamente para a intervenção farmacológica. Ela é essencial para a replicação do HIV-1, uma vez que a expressão das proteínas virais e a progênie viral dependem da conversão da cadeia simples de RNA em cadeias duplas de DNA e subseqüente integração do cDNA viral ao genoma da célula hospedeira.
Análogos dos inibidores nucleosídicos da transcriptase reversa 3′-azido-3′-desoxitimidina (AZT; zidovudina); 2′,3′-didesoxinosina (ddI; didanosina); 2′,3′-didesoxicitidina (ddC; zalcitabina); (-)-b-L- 2′,3′-didesoxi-3′-tiacitidina (3TC; lamivudina) e 2′,3′-didesidro-3′-desoxitimidina (d4T; estavudina) são as drogas atualmente aprovadas para o tratamento da AIDS. Esses compostos atuam de modo semelhante, após ativação metabólica por fosforilação efetuada por quinases intracelulares. As formas trifosfato resultantes podem inibir a enzima transcriptase reversa por competição pelo substrato ou podem atuar como cadeias finais da reação de transcrição reversa, inibindo a síntese do cDNA viral.
As mutações de resistência são divididas em primárias e secundárias. As primárias devem ser analisadas em separado, já que são diretamente responsáveis pela diminuição acentuada na sensibilidade à droga. Para utilização adequada da genotipagem para HIV-1 é necessário uma avaliação criteriosa dos resultados.
As alterações nos códons abaixo podem definir resistência total ou parcial às medicações anti-retrovirais.
Inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleosídeos
- T215YF, M41L, K70R, D67N, L210W, K219Q, M184VI, V1181, E44D, K65R, L74V, Y115F.
Inibidores de transcriptase reversa não-análogos de nucleosídeos
- K103N, V106A, V1081, Y181CI, Y188CLH, G190AS, P236L, L1001.
Inibidores de protease
- M461L, V82AFTS, 184V, L10FIRV, K20MR, L24I, V32I, M36I, 154V, A71VT, G73AS, V77I, L90M, N88D, 147V.
Uma única mutação pode resultar em diferentes graus de sensibilidade viral ao quimioterápico. A mutação na posição 184, com substituição de metionina por valina, resulta em decréscimo de cerca de mil vezes na sensibilidade ao 3TC (alto nível de resistência) e de quatro a oito vezes ao ddI e ao ddC (baixo nível de resistência).
Trabalhos desenvolvidos por alguns pesquisadores têm evidenciado que o desenvolvimento de mutações associadas à resistência viral à zidovudina segue um padrão transitório: a mutação pode ocorrer primeiro em qualquer códon, enquanto mutações adicionais acumulam-se lenta e progressivamente durante a terapia. Outros pesquisadores têm observado, entretanto, que a resistência do HIV-1 à zidovudina desenvolve-se de forma ordenada: em indivíduos assintomáticos em tratamento com zidovudina, a mutação no códon 70 ocorre primeiro, mas é substituída pela mutação, mais estável, no códon 215. Com o tratamento prolongado, outras mutações nos códons 41, 67 e novamente 70 desenvolvem-se, conferindo ao HIV maior resistência à zidovudina. Isso ocorre apenas com a progressão da doença, uma vez que vírus altamente resistentes não têm sido isolados de amostras biológicas de indivíduos assintomáticos.
Vários métodos laboratoriais têm sido utilizados para a detecção de mutações associadas à resistência à zidovudina, incluindo-se técnicas de clivagem por RNAse e sistemas de hibridização RNA/RNA. Porém, a maioria dos estudos faz uso de métodos fundamentados na reação em cadeia da polimerase (PCR), na qual o segmento do genoma do HIV-1, codificando para transcriptase reversa e protease, é amplificado e utilizado em uma segunda reação, empregando-se pares de primers especificamente definidos para a amplificação de seqüências de mutantes ou selvagens em códons de interesse.
Os segmentos amplificados por PCR são seqüenciados diretamente utilizando-se seqüenciadores fluorescentes automatizados. Outro método para a análise genotípica consiste no ensaio de hibridização com sondas (LIPA), que se baseia na detecção de um sinal colorimétrico não-radioativo, emitido pela hibridização do produto de PCR do HIV-1 com sondas oligonucleotídicas, imobilizadas em fitas de nitrocelulose. Entretanto, uma restrição ao seu emprego são polimorfismos muito próximos, que dificultam a hibridização, impedindo a obtenção de resultados.

Dados apresentados, em 26 de outubro, no 5o Congresso Internacional sobre a Terapia com Medicamentos na Infecção por HIV revelaram, pela primeira vez, as mutações no código genético do HIV que tornam o vírus resistente ao medicamento d4T (stavudina). As mutações foram identificadas usando a técnica de inteligência artificial conhecida como redes neurais. Esta técnica está agora sendo aplicada para fazer o ajuste fino do teste VirtualPhenotypeTM, da Virco, tornando-o mais sofisticado e preciso na predição da resistência a medicamentos através das “impressões digitais” genéticas do HIV de um paciente.
Embora a resistência ao d4T tenha sido observada, sua base genética era pouco conhecida. A técnica das redes neurais identificou um grupo de 26 mutações no código genético do HIV que, em diferentes combinações, causa a resistência ao medicamento. As informações indicam que a causa genética da resistência ao d4T é mais complexa do que se pensava e do que para outros medicamentos da mesma classe.
“Esse é um passo muito importante”, diz o Dr. Stefano Vella, presidente da Sociedade Internacional da AIDS. “Primeiramente, estas informações indicam que a rede neural se provou extremamente valorosa ao aumentar nosso entendimento sobre a resistência do HIV aos medicamentos e nossa capacidade de administrá-la em benefício de nossos pacientes. Também é um fascinante exemplo da forma pela qual utilizamos os avanços de uma variedade de disciplinas e aplicamos os mesmos, de forma integrada, para acelerar o progresso no campo do HIV”, complementa.
Historicamente, o teste de resistência era abordado de duas formas: o fenótipo (medida direta dos efeitos dos medicamentos sobre o crescimento do vírus derivado de amostras de sangue do paciente) e o genótipo (o código genético do HIV do paciente é lido e as mutações, identificadas - acesso indireto da resistência do HIV ao medicamento).
A abordagem relativa ao genótipo é a mais rápida e mais comumente utilizada. O desafio consiste em interpretar a informação. Existem mais de 100 mutações individuais conhecidas envolvidas na resistência do HIV, a qual interage em formas altamente complexas, tornando a interpretação extremamente difícil.
Nesse estudo, as redes neurais foram alimentadas com informações sobre o fenótipo e o genótipo de 2098 amostras de pacientes, as quais foram utilizadas por um software para gerar um grande número de equações simultâneas: em essência, testar diferentes combinações de mutações para tentar explicar as variações fenotípicas da resistência ao d4T. A rede neural se repete, aprendendo a cada execução, melhorando sua precisão preditiva. O modelo construído pela rede, envolvendo 26 mutações, foi então aplicado aos genótipos de 188 amostras-teste, sedo capaz de predizer a resistência fenotípica com precisão de 80%.
“A causa da resistência ao medicamento do HIV é extremamente complicada”, comenta o Dr. Brendan Larder, da Virco. “Essa abordagem habilita um enorme poder computacional para revelar a complexa relação entre as mudanças genéticas e o comportamento resistente do vírus. O uso de redes neurais está ajudando a tornar o VirtualPhenotypeTM o “vidente” mais sofisticado e preciso da resistência do genótipo”, complementa.
“Além de refinar nosso entendimento sobre as interações entre as mutações e as bases genéticas da resistência aos medicamento atuais, as redes neurais estão sendo utilizadas pela Virco para identificar novas mutações e combinações que causam a resistência aos novos medicamentos contra o HIV”, finaliza.
fonte: emediX
Vamos a seguir montar uma relação de links que possam facilitar as buscas de textos sobre saude na area de trabalho,como de objetivo do bloG é levar tudo que seja relacionado a area de saude, e informação da mesma todas as informações abaixo foram retiradas do site segurança do trabalho então…
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